| Numero | Nome | 1º Caso | 2º Caso | 3º Caso | Freq. | Final |
| | Rita Montez | 8 | * | * | 7 | * |
| 3805 | Tânia Nogueira | 8.5 – 9 | 12.5 | 8.5 | 6.5 | 8 |
| 3890 | Laura Murteira | 9 – 10 | 11 | 9 | 11 | 11 |
| 3985 | Patrícia Mendes | 8.5 – 9 | 10 | 9 | 9 | 9,5 |
| 3839 | Manuela Farinho | 8.5 | 9.75 | 10 | 9 | 9,5 |
| 4020 | Mariana Soares | 7.5 – 10 | 8 | 11 | 10 | 10 |
| | Suse Nunes | 9.5 | 7 | 9.5 | 7.5 | 8 |
| 3977 | Joana Oliveira | 9.5 | 13 | 9.5 | 10 | 11 |
| 3843 | Pedro Jacinto | 8.5 | | | | * |
| 3894 | Manuel Trigo | 9.5 | 11 | 8 | 7,25 | 8 |
| 3868 | Manuela Warden | 9.5 | 5 | 11.5 | 9.25 | 10 |
| 3798 | Sónia Martins | 9.5 | 7 | 8 | 8 | 8 |
| 3867 | Filomena Camacho | 10 | * | 9 | 10 | 10 |
| 3382 | Leandro Gonçalves | 10 | 9.5 | 9 | 9.5 | 10 |
| 3931 | Sandra Prates Simão | 11 | 10.5 | 12 | 9.25 | 10 |
| 3826 | Telma Costa Rocha | 8 – 10 | 11.5 | 10.5 | 8.25 | 9,5 |
| | Vera Sebastião | 9 – 9.5 | 7 | 8.5 | 7.75 | 8 |
| 3820 | Vera Correia | 12.5 | 11 | 9.5 | 11 | 11 |
| 3930 | Isalina Pereira | 10 | 10 | 11.5 | 9.5 | 10 |
| | Joana Raposo Borges | 8.5 - 9.5 | 11 | 11.5 | 9 | 10 |
| | Joana Calado | 8.5 – 9.5 | 11.5 | 10 | 10 | 10 |
| 3941 | Raquel Gonçalves | 8 | 8.5 | 9 | 8,5 | 8 |
| 3923 | Vanda Lima | 10.5 | 8 | 9 | 7,75 | 8 |
| 3935 | Carolina Afonso Costa | 8.5- 13 | 9 | 8 | 7.5 | 9 |
| 3966 | Sara Abreu | 11.5 | 10 | 14 | 12 | 12 |
| 3794 | Filomena Bartolomeu | 6 – 13 | 12.5 | 11.5 | 10.75 | 12 |
| 3811 | Cátia Martins | 7 - 9.5 | 11.5 | 9 | 10 | 10 |
| 4015 | Telma Prates | 7 | 9.5 | 10 | 9 | 10 |
| | Daniela Perdigão | 11 | 16 | 15 | 14.5 | 15 |
| 4070 | Alexandra Moedas | 7 – 10 | 10.5 | 11.5 | 7,5 | 8,9 |
| 3965 | Dora Rocha | 7.5 – 8 | 9 | 10 | 6 | 7 |
| 3835 | Carina Santos | 8.5 – 10.5 | 10.5 | 11 | 7,75 | 8,9 |
| | Maria Inês Mateus | 8 | 10 | 11 | 12 | 12 |
| 3968 | Ana Maltez Martins | 14.5 | 12 | 13.5 | 12.5 | 13 |
| 3881 | Anabela Fonseca | 11 | 11.5 | 11.5 | 10.5 | 11 |
| 3801 | Sara Marcos Valente | 12.5 | 12.5 | 14.5 | 15 | 15 |
| 3888 | Sandra Borrefo Mósca | 10 | 11 | 10 | 7 | 8 |
| 3817 | Carla Moreno | 11.5 | 11.5 | 11 | 6.5 | 8 |
| 3934 | Fátima Cardoso Jorge | 8.5 – 9.5 | 6 | 10 | 8 | 8 |
| 3958 | Débora Silva Santos | 8.5 – 9 | 11.5 | 12.5 | 12 | 12 |
| 3967 | Ana Maltez Dias | 12 | 8.5 | 13 | 11 | 12 |
| 3847 | Daniela Ribeiro | 9.5 | 8.5 | 8 | 11 | 10 |
| 3814 | Telma Galado | 10.5 | 11.5 | 12 | 12.5 | 12 |
| 3870 | Sara Batista | 8 – 9 | 7 | 11.5 | 7 | 8 |
| 3879 | Marta Correia | 9.5 | 8.5 | 9.5 | 6 | 7 |
| 4090 | Diva Teixeira | 7.5 – 11.5 | 11 | 12.5 | 9,5 | 11 |
| 3838 | Marisa Rosa | 9.5 | 8.5 | 10.5 | 6 | 8 |
| 3844 | Vanessa Ferraz | 9.5 | 11.5 | * | 11 | 11 |
| 3862 | Catarina Abreu | 9 – 9 | 12.5 | 11 | 10 | 11 |
| 3804 | Ana Chagas | 7.5 – 10.5 | 10.5 | 10 | 9.5 | 10 |
| 3836 | Daniela Ines | 9 – 10 | 9.5 | 7 | 10.5 | 10 |
| 3951 | Vera Serrano | 9 – 13.5 | * | * | 9.75 | * |
| 4033 | Maria Bica | 15 | 15.5 | 16 | 13.75 | 15 |
| 3953 | Ângela Espanadeira | 8.5 – 14 | 13.5 | 9 | 11 | 12 |
| 3899 | Marisa Fernandes | 6.5 – 9 | 9 | 8 | 7.5 | 8 |
| 3978 | Cristina Bento | 9.5 | 13.5 | 8 | 8,25 | 9,5 |
| 4087 | Patrícia Palma | 10 | 8 | 5 | 5 | 7 |
| | Andreia Pequeno | 9.5 | 11 | 8 | 7.25 | 8 |
| | Antónia Pequeno | 11.5 | 11 | 10 | 10 | 11 |
| 3956 | Mónica Correia | 13 | 11 | 12 | 11 | 12 |
sábado, janeiro 20, 2007
Aborto e a Interupção voluntaria da gravidez
"O Aborto e a IVG: O Sim e o Não"Argumentos do “sim” e do “não” pela despenalização do aborto em livro 19.01.2007 - 22h38 Lusa
Os argumentos de carácter médico, jurídico, sociológico e até histórico do “sim" e do "não" pela despenalização do aborto estão defendidos no livro "O Aborto e a IVG: O Sim e o Não", lançado hoje em Lisboa.
"Sabíamos que iriam aparecer durante a campanha livros e textos mais ao estilo de propaganda, pelo que pedimos a estas personalidades textos e depoimentos de ambas as partes que permitissem um reflexão mais serena", afirmou Vítor Mendes, coordenador da obra juntamente com Fernando Correia Gomes.Ao longo de 188 páginas, nomes como Matilde Sousa Franco, João César das Neves e Helena Lopes da Costa, apoiantes do "não", e Odete Santos e Manuel Pizarro, pelo "sim", cruzam argumentos e opiniões."Queremos que as pessoas votem em consciência, ponderando os argumentos do ‘sim’ e os do ‘não’, esquecendo um pouco as picardias, a emoção e a política que vai presidindo ao debate até a data do referendo", acrescentou Vítor Mendes.No seu testemunho, Matilde Sousa Franco salienta que "80 por cento das mulheres que abortaram declaram que não o teriam feito se tivessem apoio do Estado e da sociedade. "Aceitar que o Estado e a sociedade só têm para oferecer à mulher, com dificuldades em assumir a sua gravidez, muitas vezes económicas, as alternativas do aborto clandestino e do aborto legal, eliminando crianças saudáveis, é inclusivamente, aceitar que não se cumpram as recentes normas comunitárias de apoio à maternidade e é mesmo um retrocesso civilizacional", afirmou Matilde Sousa Franco, presente na cerimónia de lançamento.Para a deputada socialista, "o aborto nunca é a única alternativa", até porque "nos casos mais extremos há ainda a adopção, a qual deve ser agilizada, pois em Portugal há muito mais pedidos do que crianças e os processos demoram seis ou sete anos".Pelo "sim", Cecília Vieira da Costa, médica e vice-presidente da Associação Médicos pela Escolha, considera que a alteração da lei "é uma questão de dignidade, de respeito pela saúde, pela intimidade e consciência individual, e é hoje em dia também uma questão de justiça social"."A ideia de que esta lei é dissuasora é um claro embuste que a todo o custo nos querem fazer crer, pois é precisamente a actual lei que alimenta o aborto clandestino. É precisamente a actual lei que remete as mulheres para as clínicas clandestinas, para o mercado negro do 'cytotec' e que as obriga a procurar ajuda para lá dos limites de uma fronteira onde felizmente encontram cuidados médicos dignos", defende Cecília Vieira da Costa.O referendo realiza-se a 11 de Fevereiro.
Mais em http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1282989
quinta-feira, janeiro 18, 2007
RESULTADO DA SONDAGEM ESTATÍSTICA
Sim: 151 votos
Não:25
Branco:2
=) agora somem e vejam o sucesso !! eheheh (somos mesmo bons)
viva o 3ºano de Serviço Social da ESE
segunda-feira, janeiro 15, 2007
Caso Prático para Avaliação
De regresso ao Infantário, gritos de horror, foram a premonição de que algo trágico tinha acontecido: uma criança tinha sido enforcada pelos coleguinhas. Mas nem tudo foi mau naquele dia… a depilação estava realmente bem feita!
sexta-feira, janeiro 12, 2007
segunda-feira, janeiro 08, 2007
Maus-tratos infantis
São cada vez mais os casos de maus-tratos infantis por todo o mundo, sendo Portugal um dos países com taxas mais elevadas.
A Associação Portuguesa de Apoio á vitima (APAV) realizou um estudo, no qual comprovou que em cada dois dias, uma criança portuguesa é vítima de maus-tratos, dos quais muitas vezes resulta a morte da mesma.
Desde 2003, oito crianças morreram em Portugal vítimas de violência realizada por familiares ou vizinhos.
O stress, a pobreza e o alcoolismo são alguns dos factores que mais se associam aos maus-tratos para com as crianças. Existem vários tipos de maus-tratos: A Negligência, quando a criança é privada da supervisão ou cuidados específicos e necessários ou seu crescimento e desenvolvimento; Maus-tratos físicos, causar lesões físicas a uma criança, como fracturas, queimaduras, e equimoses; Maus-tratos psicológicos, qualquer acção que tenda a agredir psicologicamente uma criança tais como aterrorizar, humilhar, repudiar, ignorar, ridicularizar, privação de sentimentos de amor, afecto ou segurança; Abuso sexual, qualquer acção que envolva ou facilite o envolvimento da criança em actividades de cariz sexual, tais como pedofilia, pornografia, exploração sexual.
Tudo isto leva-nos a pensar, como será possível alguém maltratar uma criança, e prova-nos que o mundo tem falhado no que diz respeito a sua protecção. Todas as crianças devem e merecem viver num ambiente que as proteja e as salvaguarde de maus -tratos e explorações, para que tenham um melhor começo de vida possível.
Tânia Ramalho nª3032
quinta-feira, janeiro 04, 2007
Convite
Venho por este meio convidar a V Excelências para participar no Seminário" Crescer e Brincar com os Media" que irá decorrer no próximo dia 11 deJaneiro de 2007, no Auditório da Escola Superior de Educação, que terá o seguinte programa:
9:30 – Painel I – Mesa Redonda “Os Media, um veículo para a Educação?”, com a presença de Dr.ª Virgolina Piteira, Dr. António João Vacarias, Dr. António Manuel Duarte, Dr. Cláudio Vitorino e Dr.ª Inês Faria.
11:00 – Painel II: Problemáticas da Comunicação Social, Doutora Cristina Faria, Dr. Hugo Lança (euzinho!!!), Dr. José Agostinho Grelha
14:00 – Painel III - “Media: Pensar e aprender no diferente”, Dr.ª Dulce Cotrim, Dr.ª Adelaide Espírito Santo e Dr.ª Isadora Pereira.
15:00 – Workshops de Língua Gestual, Consumo televisivo e a Saúde Infantil, Aprendizagem com recurso às tecnologias, Os meios de comunicação em sala de aula e Estilos de Educação parental e o abuso sexual das crianças.
terça-feira, janeiro 02, 2007
Vendidas
Vendidas é um livro que infelizmente fala duma triste realidade que acontece em alguns países e algumas culturas, a venda de mulheres. No livro em questão, a história são duas irmãs Zana (de 15 anos) e Nadia (de 14anos), nascidas e criadas em Inglaterra.
Certo dia é-lhes proposto a oportunidade de conhecerem a terra do pai, o Iémen. A euforia e vontade em conhecer um lugar novo conduziu essas duas adolescentes aquilo a que podemos chamar da maior tragédia das suas vidas!
Estas duas jovens foram vendidas pelo pai, casadas à força, retidas no Iémen contra a sua vontade. Para sobreviverem tiveram de se integrar numa sociedade retrógrada e de se tornarem escravas da sua segunda cultura.
Brutalmente separadas da família e sem possibilidades de contacto com o seu meio envolvente essas duas adolescentes tiveram de tentar sobreviver. Zana foi talvez a que mais força teve e que nunca se conformou com aquilo que lhe tinham obrigado a viver, então lutou e após 8anos conseguiu. Fugiu, tendo de deixar para trás sua irmã e seu filho.
É então Zana que nos conta sua historia de luta e de sofrimento, estando ainda hoje prisioneiro no Iémen sua irmã, a filha de sua irmã e o seu filho.
Vendidas é um documento importante sobre umas das práticas mais aberrantes, (desculpem o termo) do mundo contemporâneo. Uma prática oculta por detrás da fachada dum pais que se diz civilizado!
sexta-feira, dezembro 29, 2006
segunda-feira, dezembro 25, 2006
Excisão
Realizado por:
Susana Coelho
SIlvia Mata

