sábado, janeiro 20, 2007

Numero

Nome

1º Caso

2º Caso

3º Caso

Freq.

Final

Rita Montez

8

*

*

7

*

3805

Tânia Nogueira

8.5 – 9

12.5

8.5

6.5

8

3890

Laura Murteira

9 – 10

11

9

11

11

3985

Patrícia Mendes

8.5 – 9

10

9

9

9,5

3839

Manuela Farinho

8.5

9.75

10

9

9,5

4020

Mariana Soares

7.5 – 10

8

11

10

10

Suse Nunes

9.5

7

9.5

7.5

8

3977

Joana Oliveira

9.5

13

9.5

10

11

3843

Pedro Jacinto

8.5

*

3894

Manuel Trigo

9.5

11

8

7,25

8

3868

Manuela Warden

9.5

5

11.5

9.25

10

3798

Sónia Martins

9.5

7

8

8

8

3867

Filomena Camacho

10

*

9

10

10

3382

Leandro Gonçalves

10

9.5

9

9.5

10

3931

Sandra Prates Simão

11

10.5

12

9.25

10

3826

Telma Costa Rocha

8 – 10

11.5

10.5

8.25

9,5

Vera Sebastião

9 – 9.5

7

8.5

7.75

8

3820

Vera Correia

12.5

11

9.5

11

11

3930

Isalina Pereira

10

10

11.5

9.5

10

Joana Raposo Borges

8.5 - 9.5

11

11.5

9

10

Joana Calado

8.5 – 9.5

11.5

10

10

10

3941

Raquel Gonçalves

8

8.5

9

8,5

8

3923

Vanda Lima

10.5

8

9

7,75

8

3935

Carolina Afonso Costa

8.5- 13

9

8

7.5

9

3966

Sara Abreu

11.5

10

14

12

12

3794

Filomena Bartolomeu

6 – 13

12.5

11.5

10.75

12

3811

Cátia Martins

7 - 9.5

11.5

9

10

10

4015

Telma Prates

7

9.5

10

9

10

Daniela Perdigão

11

16

15

14.5

15

4070

Alexandra Moedas

7 – 10

10.5

11.5

7,5

8,9

3965

Dora Rocha

7.5 – 8

9

10

6

7

3835

Carina Santos

8.5 – 10.5

10.5

11

7,75

8,9

Maria Inês Mateus

8

10

11

12

12

3968

Ana Maltez Martins

14.5

12

13.5

12.5

13

3881

Anabela Fonseca

11

11.5

11.5

10.5

11

3801

Sara Marcos Valente

12.5

12.5

14.5

15

15

3888

Sandra Borrefo Mósca

10

11

10

7

8

3817

Carla Moreno

11.5

11.5

11

6.5

8

3934

Fátima Cardoso Jorge

8.5 – 9.5

6

10

8

8

3958

Débora Silva Santos

8.5 – 9

11.5

12.5

12

12

3967

Ana Maltez Dias

12

8.5

13

11

12

3847

Daniela Ribeiro

9.5

8.5

8

11

10

3814

Telma Galado

10.5

11.5

12

12.5

12

3870

Sara Batista

8 – 9

7

11.5

7

8

3879

Marta Correia

9.5

8.5

9.5

6

7

4090

Diva Teixeira

7.5 – 11.5

11

12.5

9,5

11

3838

Marisa Rosa

9.5

8.5

10.5

6

8

3844

Vanessa Ferraz

9.5

11.5

*

11

11

3862

Catarina Abreu

9 – 9

12.5

11

10

11

3804

Ana Chagas

7.5 – 10.5

10.5

10

9.5

10

3836

Daniela Ines

9 – 10

9.5

7

10.5

10

3951

Vera Serrano

9 – 13.5

*

*

9.75

*

4033

Maria Bica

15

15.5

16

13.75

15

3953

Ângela Espanadeira

8.5 – 14

13.5

9

11

12

3899

Marisa Fernandes

6.5 – 9

9

8

7.5

8

3978

Cristina Bento

9.5

13.5

8

8,25

9,5

4087

Patrícia Palma

10

8

5

5

7

Andreia Pequeno

9.5

11

8

7.25

8

Antónia Pequeno

11.5

11

10

10

11

3956

Mónica Correia

13

11

12

11

12

Aborto e a Interupção voluntaria da gravidez

"O Aborto e a IVG: O Sim e o Não"Argumentos do “sim” e do “não” pela despenalização do aborto em livro 19.01.2007 - 22h38 Lusa

Os argumentos de carácter médico, jurídico, sociológico e até histórico do “sim" e do "não" pela despenalização do aborto estão defendidos no livro "O Aborto e a IVG: O Sim e o Não", lançado hoje em Lisboa.
"Sabíamos que iriam aparecer durante a campanha livros e textos mais ao estilo de propaganda, pelo que pedimos a estas personalidades textos e depoimentos de ambas as partes que permitissem um reflexão mais serena", afirmou Vítor Mendes, coordenador da obra juntamente com Fernando Correia Gomes.Ao longo de 188 páginas, nomes como Matilde Sousa Franco, João César das Neves e Helena Lopes da Costa, apoiantes do "não", e Odete Santos e Manuel Pizarro, pelo "sim", cruzam argumentos e opiniões."Queremos que as pessoas votem em consciência, ponderando os argumentos do ‘sim’ e os do ‘não’, esquecendo um pouco as picardias, a emoção e a política que vai presidindo ao debate até a data do referendo", acrescentou Vítor Mendes.No seu testemunho, Matilde Sousa Franco salienta que "80 por cento das mulheres que abortaram declaram que não o teriam feito se tivessem apoio do Estado e da sociedade. "Aceitar que o Estado e a sociedade só têm para oferecer à mulher, com dificuldades em assumir a sua gravidez, muitas vezes económicas, as alternativas do aborto clandestino e do aborto legal, eliminando crianças saudáveis, é inclusivamente, aceitar que não se cumpram as recentes normas comunitárias de apoio à maternidade e é mesmo um retrocesso civilizacional", afirmou Matilde Sousa Franco, presente na cerimónia de lançamento.Para a deputada socialista, "o aborto nunca é a única alternativa", até porque "nos casos mais extremos há ainda a adopção, a qual deve ser agilizada, pois em Portugal há muito mais pedidos do que crianças e os processos demoram seis ou sete anos".Pelo "sim", Cecília Vieira da Costa, médica e vice-presidente da Associação Médicos pela Escolha, considera que a alteração da lei "é uma questão de dignidade, de respeito pela saúde, pela intimidade e consciência individual, e é hoje em dia também uma questão de justiça social"."A ideia de que esta lei é dissuasora é um claro embuste que a todo o custo nos querem fazer crer, pois é precisamente a actual lei que alimenta o aborto clandestino. É precisamente a actual lei que remete as mulheres para as clínicas clandestinas, para o mercado negro do 'cytotec' e que as obriga a procurar ajuda para lá dos limites de uma fronteira onde felizmente encontram cuidados médicos dignos", defende Cecília Vieira da Costa.O referendo realiza-se a 11 de Fevereiro.

Mais em http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1282989

quinta-feira, janeiro 18, 2007

RESULTADO DA SONDAGEM ESTATÍSTICA

Caros colegas, o resultado da sondagem da grande sessão de esclarecimento sobre o IVG/aborto, foi o seguinte

Sim: 151 votos
Não:25
Branco:2

=) agora somem e vejam o sucesso !! eheheh (somos mesmo bons)
viva o 3ºano de Serviço Social da ESE
Actualização: O que os outros dizem:

segunda-feira, janeiro 15, 2007

Caso Prático para Avaliação

Madalena é a única educadora da sala 5 do Infantário Os putos; aproveitando que a Directora estava no médico, decidiu sair para ir fazer a depilação a um salão perto do seu local de trabalho. Pediu aos miúdos para se portarem bem; para satisfazer um pedido deles, deixou-lhes uma corda grossa e a televisão ligada. Como ela sabia, ia passar uma reportagem sobre o enforcamento de Saddam Hussein.

De regresso ao Infantário, gritos de horror, foram a premonição de que algo trágico tinha acontecido: uma criança tinha sido enforcada pelos coleguinhas. Mas nem tudo foi mau naquele dia… a depilação estava realmente bem feita!
Quid Juris

sexta-feira, janeiro 12, 2007

segunda-feira, janeiro 08, 2007

Maus-tratos infantis

No passado dia 28 de Dezembro de 2006 ocorreu mais um caso de maus-tratos infantis no nosso país, tendo como vitima uma criança com apenas dois anos idade.
São cada vez mais os casos de maus-tratos infantis por todo o mundo, sendo Portugal um dos países com taxas mais elevadas.
A Associação Portuguesa de Apoio á vitima (APAV) realizou um estudo, no qual comprovou que em cada dois dias, uma criança portuguesa é vítima de maus-tratos, dos quais muitas vezes resulta a morte da mesma.
Desde 2003, oito crianças morreram em Portugal vítimas de violência realizada por familiares ou vizinhos.
O stress, a pobreza e o alcoolismo são alguns dos factores que mais se associam aos maus-tratos para com as crianças. Existem vários tipos de maus-tratos: A Negligência, quando a criança é privada da supervisão ou cuidados específicos e necessários ou seu crescimento e desenvolvimento; Maus-tratos físicos, causar lesões físicas a uma criança, como fracturas, queimaduras, e equimoses; Maus-tratos psicológicos, qualquer acção que tenda a agredir psicologicamente uma criança tais como aterrorizar, humilhar, repudiar, ignorar, ridicularizar, privação de sentimentos de amor, afecto ou segurança; Abuso sexual, qualquer acção que envolva ou facilite o envolvimento da criança em actividades de cariz sexual, tais como pedofilia, pornografia, exploração sexual.
Tudo isto leva-nos a pensar, como será possível alguém maltratar uma criança, e prova-nos que o mundo tem falhado no que diz respeito a sua protecção. Todas as crianças devem e merecem viver num ambiente que as proteja e as salvaguarde de maus -tratos e explorações, para que tenham um melhor começo de vida possível.


Tânia Ramalho nª3032

quinta-feira, janeiro 04, 2007

Convite


Venho por este meio convidar a V Excelências para participar no Seminário" Crescer e Brincar com os Media" que irá decorrer no próximo dia 11 deJaneiro de 2007, no Auditório da Escola Superior de Educação, que terá o seguinte programa:

9:30 – Painel I – Mesa Redonda “Os Media, um veículo para a Educação?”, com a presença de Dr.ª Virgolina Piteira, Dr. António João Vacarias, Dr. António Manuel Duarte, Dr. Cláudio Vitorino e Dr.ª Inês Faria.

11:00 – Painel II: Problemáticas da Comunicação Social, Doutora Cristina Faria, Dr. Hugo Lança (euzinho!!!), Dr. José Agostinho Grelha

14:00 – Painel III - “Media: Pensar e aprender no diferente”, Dr.ª Dulce Cotrim, Dr.ª Adelaide Espírito Santo e Dr.ª Isadora Pereira.

15:00 – Workshops de Língua Gestual, Consumo televisivo e a Saúde Infantil, Aprendizagem com recurso às tecnologias, Os meios de comunicação em sala de aula e Estilos de Educação parental e o abuso sexual das crianças.

terça-feira, janeiro 02, 2007

Vendidas

De forma breve e sentida quero deixar um pequeno comentário ao livro que acabei de ler “Vendidas”.
Vendidas é um livro que infelizmente fala duma triste realidade que acontece em alguns países e algumas culturas, a venda de mulheres. No livro em questão, a história são duas irmãs Zana (de 15 anos) e Nadia (de 14anos), nascidas e criadas em Inglaterra.
Certo dia é-lhes proposto a oportunidade de conhecerem a terra do pai, o Iémen. A euforia e vontade em conhecer um lugar novo conduziu essas duas adolescentes aquilo a que podemos chamar da maior tragédia das suas vidas!
Estas duas jovens foram vendidas pelo pai, casadas à força, retidas no Iémen contra a sua vontade. Para sobreviverem tiveram de se integrar numa sociedade retrógrada e de se tornarem escravas da sua segunda cultura.
Brutalmente separadas da família e sem possibilidades de contacto com o seu meio envolvente essas duas adolescentes tiveram de tentar sobreviver. Zana foi talvez a que mais força teve e que nunca se conformou com aquilo que lhe tinham obrigado a viver, então lutou e após 8anos conseguiu. Fugiu, tendo de deixar para trás sua irmã e seu filho.
É então Zana que nos conta sua historia de luta e de sofrimento, estando ainda hoje prisioneiro no Iémen sua irmã, a filha de sua irmã e o seu filho.
Vendidas é um documento importante sobre umas das práticas mais aberrantes, (desculpem o termo) do mundo contemporâneo. Uma prática oculta por detrás da fachada dum pais que se diz civilizado!
Susana Coelho

sexta-feira, dezembro 29, 2006

Para toda a turma de Serviço Social
um feliz Ano Novo.....que entrem todos com o pé direito...........


FELIZ ANO 2007

segunda-feira, dezembro 25, 2006

Excisão

Penso que não vou surpreender ninguém se afirmar que hoje, mais do que nunca, estão presentes em Portugal religiões, etnias e culturas diferentes e variadas. Essa diversidade deveria ser uma porta aberta para o Mundo e o seu reconhecimento um dever do Estado e da sociedade. Todavia, a fé, os costumes e as tradições, por vezes, não permitem a abertura necessária para que a integração seja feita de forma parcial, pois os atropelos à dignidade e à integridade física e mental das pessoas são, em algumas culturas, frequentes.A prática da mutilação genital feminina (excisão) insere-se neste contexto. De um modo geral, trata-se de práticas que vão desde o corte simbólico, parcial ou mesmo destruição total do clitóris a sangue frio.Por ano, cerca de dois milhões de raparigas sofrem mutilações genitais. Em todo o Mundo existem cerca de 135 milhões de jovens e mulheres que já sofreram uma excisão, número ao qual se juntam, todos os anos, mais dois milhões. Números que nos devem dar que pensar!O relativismo cultural e as diferenças existentes em todas as sociedades são sempre algo que devemos todos compreender e aceitar, mas dentro de determinados limites. Molestar crianças com meses de idade, aprisionar mulheres ao peso das decisões dos homens e de uma comunidade inteira, por factos que poderão vir a acontecer, tais como relações extraconjugais ilícitas, e submetê-las ao peso do desprazer e sofrimento contínuos é algo, fundamentalmente, desumano.Nestes costumes, deparamo-nos, acima de tudo, com uma diferença de género, onde as mulheres são vistas como meros objectos, apenas diferentes dos homens na sua constituição física e biológica. Se para nós, ocidentais habituados a um modo de vida marcado pela igualdade, ainda que por vezes aparente e ilusória, se tratam de atitudes completamente escabrosas, para outras sociedades, se a mulher nasceu nessa condição é porque Deus a enviou para cozinhar, lavar a roupa, ter filhos, servir o homem e sofrer.Assim, entre os principais motivos para a realização desta prática encontramos o da higiene e da limpeza, pureza e fidelidade e os motivos estéticos, acreditando-se que a mulher ficaria mais feminina. Na minha opinião, na base destes motivos todos está o reconhecimento social, visto que as mulheres não ousam denunciar essa prática e tão pouco considerá-la como uma ofensa contra o seu corpo, sinto-me tentada a afirmar que, se se nasce mulher, já se nasce vítima.Acima de tudo a religião, seja ela qual for, deve contribuir para a dignificação do ser humano e para a humanização da sua relação com os outros. Um ser religioso não é obrigatoriamente um ser irracional, pronto a entregar-se a actos dolorosos, abdicando daquilo que é a marca suprema de humanização: a consciência. Os indivíduos são livres na sua opção religiosa, cabendo ao Estado apenas o pleno exercício dessa liberdade, não lhe cabendo, por isso, interferir nessas escolhas, apenas alertando e prevenindo para os males que algumas podem causar.Nem sempre a tradição contribui para o desenvolvimento do ser humano. O legítimo “direito à diferença” não se pode exercer à custa dos valores universais dos direitos humanos e a defesa extremada das “identidades”, sejam elas religiosas, culturais ou étnicas, tem apenas como consequência o reforço dos guetos e do enfraquecimento do tecido social. Não basta punir, há que encontrar mecanismos de integração e de apoio social que não favoreçam a oferta e a procura de soluções alienantes. O Estado, tal como todas as outras instituições, deve fazer, essencialmente, com que o cidadão de origem guineense ou cigana, muçulmano, ortodoxo ou judeu se sinta, em primeiro lugar, cidadão do Mundo.

Realizado por:
Susana Coelho
SIlvia Mata