terça-feira, outubro 24, 2006


A constituição portuguesa apresenta através do artigo nº 25 (direito a integridade pessoal), que a integridade física e moral das pessoas é inviolável.
Como tal Portugal baseia-se num estado que defende a dignidade da pessoa humana. As praxes académicas são um ponto de partida para discutir este tema da “dignidade”, estas podem ser interpretadas sob dois pontos de vista; um primeiro ponto em que estas sao vistas como um modo de tortura, humilhação, outro como uma pura integração do estudante na vida académica.
As praxes envolvem um conjunto de regras, as quais devem ser respeitadas, regras estas que não permitem violar a dignidade de uma pessoa. No caso das regras não serem respeitadas o indivíduo tem sempre o direito de contestar.
Podemos concluir que esta tradição se cumprir todas as regras que a envolvem poderá ser de certa forma, uma forma alegre do individuo se integrar na vida académica.



Trabalho realizado por:
Sílvia mata
Susana coelho

2 comentários:

daniela lebre disse...

Após ler o texto não posso deixar de concordar com o vosso prisma da questão, visto que as praxes de facto se forem praticadas de uma forma que não seja abusiva pode servir para a integração dos individuos (caloiros) e também poderão servir para os alegrar.

Catarina Maria disse...

que saudades...e essa foto???muito bem..
em relação ao texto minhas caras colegas, creio que ambas temos o mesmo ponto de vista! a praxe é um modo de integração e nao de exclusão ou humilhação!! serve para os inteigrar,para lhes dar a conhecer o que lhes espera!! ou seja, as praxes são das coisas que mais nos deixam saudade da vida académica!! :)